GQ: Quem disse isso?
Jorma: O Andy que disse isso. Kiv já tem um bebê. Eu não sou Judeu.
GQ: Quais são as regras ou os critérios pra quanto devemos jogar algo no chão?
Akiva(?): Todos nós iriamos concordar se...
Jorma(?): Eu diria que é quando as coisas estão muito-muito-ruins (wiggity-wiggity-wack), eu jogaria elas no chão. Wiggity-wiggity-wack. Se pronuncia W-I-G-G-Y...
Akiva(?): Qualquer coisa desse tipo confunde e irrita você.
Andy(?): Qualquer coisa que você não entende.
Akiva(?): É, se você não entende algo, é definitivamente hora de jogar isso no chão.
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GQ: Alguma coisa que você jogaram no chão recentemente?
Jorma(?): Oh meu Deus, eu não sei, tipo...
Andy(?): O sistema
Jorma(?): Racismo?
Andy(?): Hipocrisia.
Jorma(?): Eu definitivamente jogo racismo no chão.
Andy(?): Eu definitivamente usaria um camisa com isso escrito.
Jorma(?): Racismo merece uma gas face (expressão que quer dizer a cara que você faz quando vê algo que não gosta ou despreza)
GQ: Vocês já tocaram algum de seus álbuns?
Todos: Tipo, no carro?
GQ: É.
Jorma(?): Só quando eu estou me masturbando.
Andy(?): Eu tenho certeza que Kiv canta "I'm on The Boat" em karaokês...
Jorma(?): Kiv que disse isso, esse negócio da masturbação.
Akiva(?): Quem tá falando é o Akiva. Na verdade só eu que estive falando o tempo todo. Os outros nem estão no telefone.
Andy(?): Não, esse não é o caso.
GQ: "I'm on The Boat" em uma máquina de karaokê? Isso seria bem legal.
Akiva(?): Muitos amigos meu já me falaram que estavam em um lugar de karaokês e ouviram a música.
GQ: Então talvez exista um vídeo de japoneses cantando a música de vocês em um karaokê...
Akiva(?): Eu gostaria de ver esse vídeo.
Jorma(?): Eu realmente gostaria de fazer nossas próprias versões merdosas das nossas músicas, gravar, e mandar para uma companhia de karaokê, então quando você escolhesse nossas músicas, você teria na verdade uma versão de merda da música estrelando a gente.
Andy(?): Nós andando de guarda-sóis no Central Park.
Akiva(?): Andy disso isso. A coisa do guarda-sol, esse foi Andy. Eu só quero dá o crédito, só no caso de isso ficar em negrito.
GQ: Vocês co-escrevem um bando de música. Como acontece esse trabalho?
Andy(?): Às vezes começamos com uma premissa aí tentamos achar uma batida para isso e letras que combinem com a batida. Outras vezes escutamos uma porrada de músicas enviadas por produtores, então algo inspira a gente, às vezes a batida em si faz surgir a ideia. Aí nós sentamos e escrevemos, às vezes todos nós três...
Jorma(?): Eu diria que na maioria das vezes somos todos nós três.
Andy(?): É, às vezes somos nós três, às vezes dois de nós, às vezes só um está escrevendo e aparece outro pra ajudar. Não é uma formula pronta.
GQ: Vocês tendem à concordar nas coisas? Já discordaram alguma vez?
Jorma(?): Praticamente sempre. Normalmente nós temos uma regra que se tem três de nós escrevendo, e dois apoiam uma ideia, vale a pena investir na ideia. E se tem um que acha boa e dois que acham ruim, pode não funcionar.
GQ: Muitas pessoas dizem que vocês são os responsáveis por levar o Saturday Night Live a era da internet. O que vocês acham disso?
Andy(?): Essas pessoas são encantadoras. Meio que faz sentido, sim.
Akiva(?): Tem muitas pessoas ótimas no SNL. O SNL nasceu para internet mesmo antes da internet existir, a maioria dos quadros são sketchs de 3 minutos.
GQ: Mas eles não estavam completamente na onda da internet, quero dizer, upando todos vídeos deles.
Jorma(?): Eu vou dizer uma coisa: se o vídeo streaming tivesse a mesma qualidade que tem agora à três ou quatro anos atrás, quando Tina estava fazendo a Sarah Palin no SNL, ela deria ganhado o crédito de levar o SNL à internet. Apenas aparecermos na hora certa, só isso.
Akiva(?): É, sorte.
GQ: As pessoas reconhecem vocês?
Andy(?): Hellllll yeah.
Jorma(?): Todo dia. Você pode colocar isso na fonte mais sarcástica que você tiver.
Akiva(?): Andy está na televisão.
Andy: Um dia desse eu tava andando e tinhas uns quatro caras andando na rua de Chinatown, e eles me pararam e disseram "Posso tira uma foto, cara?" e eu disse "Sim". E eles disseram "Ei, não pare de fazer o Lonely Island. Vocês são os melhores!"
Jorma(?): E você estava quase parando de fazer isso.
Andy: É, eu estava extremamente considerando largar, mas esse caras me fizeram pensa "Cara, eu tenho que continua".
Akiva(?): Que grande interação.
Jorma: Um dia uma criança ligou pra minha mãe dizendo que era Andy Samberg e falou que tinha perdido meu número, e pediu que minha vó desse pra ele. Eu não sei por que Andy ligaria pra minha vô, de tantas pessoas que ele poderia ligar. Então minha vó deu meu número pra ele, e foi meio que uma merda.
GQ: A sua vó gosta de Lonely Island?
Andy: Minha vó tem uma foto nossa na carteira dela da gente ganhando o Emmy por causa de "Dick in a Box", e ela mostraria pra estranhos o tempo todos, mas ela não poderia dizer por que ganhamos. Seria tipo "Ele fizeram um vídeo... sobre vestir caixas".
Jorma(?): É uma sátira da indústria naval.
GQ: Akiva, você está dirigindo Neighborhood Watch...
Akiva: Sim.
GQ: Andy e Jorma também vão ter aparições no filme?
Akiva: Eu já ofereci a eles, mas não sei se vão aceitar, são caras ocupados.
Andy(?): Akiva, você nem sequer disse a nós.
Akiva: Eu não podia dizer isso...
Jorma(?): Ah é, bom ponto.
Andy(?): Se você dissesse quando a gente ia está no set, ele ia ficar lotado de pessoas nesse dia.
Akiva(?): Ia lotar todo set.
Andy: Eu sei se três cavalheiros de Chinatown que com certeza iriam aparecer lá.
Akiva: Enquanto não tiver a vó do Jorma, eu estarei a salvo.
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